Últimas notícias sobre os mercados em 24 de março

As bolsas de valores europeias operam em alta nesta terça-feira (24), após mais uma grande queda na sessão anterior, com uma nova ronda de estímulos monetários e orçamentais a oferecer algum alívio nos mercados em meio aos temores de recessão global.

Já as bolsas asiáticas fecharam em forte alta.

Em um esforço global coordenado para estabilizar os mercados financeiros em uma das maiores perdas já registradas, a Alemanha lançou um pacote de estímulos de até 750 bilhões de euros, enquanto o Federal Reserve adotou medidas inéditas para aumentar o crédito em toda a economia.

Veja os principais destaques do dia:

  • Bovespa: opera em alta de 10,95%, a 70.529 pontos
  • Dólar: opera em queda de 1,29%, a R$ 5,0691
  • Bolsa de Nova York (Dow Jones): opera em alta de 8,05%
  • Bolsa de Londres: opera em alta de 6,72%
  • Bolsa de Frankfurt: opera em alta de 8,69%
  • Bolsa de Paris: opera em alta de 6,42%
  • Bolsa de Madri: opera em alta de 5,51%
  • Petróleo WTI: opera em alta de 0,68%, a US$ 23,52
  • Petróleo Brent: opera em alta de 1,78%, a US$ 27,51
  • Bolsa de Tóquio: fechou em alta de 7,13%
  • Bolsa de Xangai: fechou em queda de 2,34%
  • Bolsa de Seul: fechou em alta de 8,60%
  • Bolsa de Singapura: fechou em alta de 5,76%
  • Bolsa de Sydney: fechou em alta de 4,17%

Atualizado às 12h50

Últimos destaques

  • A atividade empresarial da zona do euro despencou em março à mínima recorde de 31,4 pontos, ante 51,6 em fevereiro, segundo índice PMI do IHS Markit, de longe a maior queda mensal desde que a pesquisa começou em meados de 1998.
  • O Fed (banco central dos EUA) anunciou que vai apoiar compras de títulos corporativos, respaldar empréstimos diretos a empresas e ampliar suas compras de ativos por quanto tempo for necessário para estabilizar os mercados financeiros.
  • As autoridades sanitárias da China anunciaram nesta terça-feira que foram registrados nas últimas 24 horas 78 novos casos da Covid-19, a maioria deles importada do exterior, elevando o temor de uma nova onda de infecções.
  • Os ministros das Finanças e os presidentes dos bancos centrais do G7 se comprometeram a ampliar as ações fiscais e monetárias pelo tempo necessário para garantir a volta do crescimento e da confiança, abalados pelo coronavírus.

Fonte: G1